domingo, 12 de setembro de 2010




Eu e o pardaleco num jardim, em Borba.

sábado, 11 de setembro de 2010

Voltámos!!!


Voltámos hoje de férias. Bem merecidas e divertidas. Estivemos no alentejo, com bom tempo, calor, excelente comida e  bebida (lá se foi a dieta que ainda nem comecei) . Estivemos uma semana neste local, uma casa senhorial do séc. XVIII transformada em turismo de habitação. Os donos são bastante simpáticos e dão-nos boas dicas sobre as redondezas. Hoje estamos cansados, pois a viagem foi feita debaixo dum sol e calor abrasadores, que nem o ar condicionado melhorou, portanto pormenores só noutra altura. Hasta!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Vamos!!!


Au revoir!!!

domingo, 5 de setembro de 2010

A morte e a vida

Claro que alguns dirão logo que isto é algo sobre o qual não se deve escrever, que dá mau agoiro, que é mórbido, que falar dela atrai-a, que dá má sorte, mas para mim falar de morte é tão natural e normal como falar de yogurtes ou de batons. Apesar de não desejar morrer, gosto de viver, das pessoas que amo, tenho ainda  vontade de viver tanto, sei que a morte é certa, certinha e não me incomoda absolutamente nada falar sobre ela, pois é uma coisa natural. Nascemos, vivemos e morremos quando tiver que ser e quanto a isso nada podemos fazer ou mudar. Tudo isto porque me lembrei que poderei não estar em casa quando morrer, mas desde que esteja rodeada pelas pessoas que amo, está tudo bem. Imaginei eu nas Maldivas e trunglas dá-me uma cosinha má...não via a minha mãe, não via o meu amor, ia-me assim sem me despedir e isso incomoda-me um cadito. Há uns anos, tinha eu 19, estive muito mal e viram a coisa tão má que avisaram a família que daquela noite não passava. Eu não sabia deste pormenor, mas sentia-me tão mal que achei que iria naturalmente morrer. E pedi para me despedir dos meus pais. Pedi insistentemente. Porque sabendo que ia desta para melhor, queria realmente despedir-me deles, pedir-lhes desculpa de pifar tão cedo, de certa forma isso tranquilizava-me imenso. Não chamaram os meus pais nem eu morri, mas passei por isso e sei que é importante a presença dos que amamos. De certa forma também perdi o medo, morrer era tão fácil, bastava deixar-me ir...mas eu lutei, lutei muito. E a minha hora ainda não tinha chegado, pois. O sofrimento assusta-me, a morte não. E não é por falar nela que sinto que a atraio, ela virá quando tiver que ser. Falando ou não, ela um dia vem. O importante é viver cada segundo da vida, estar com quem amamos, sermos e fazermos os outros felizes, nem que seja só uma vez por dia. E sorrirmos muito, sentirmos o vento, gostarmos de nós, dormirmos agarradinhos ao nosso amor, vivermos o melhor que consigamos. Isso é cumprir a nossa parte. O resto cumpre-se depois.

sábado, 4 de setembro de 2010

Preciso de férias

Ando cansada, muito. Nervosa, imenso. Durmo mal. Não tenho paciência para nada. Não posso mais ouvir a voz da minha mãe, a queixar-se de algo (queixar-se é a única coisa que ela agora sabe fazer), não posso mais ouvir falar na Casa Pia, no Carlos Queiroz, no Sócrates, nas coisas que se passam neste país. Sinto-me triste, nem ler me apetece lá muito, o que em mim indica que algo está mesmo mal. Tenho taquicárdia por dá cá aquela palha e tenho que respirar fundo mil vezes mais do que é normal. Não me apetece falar nem ouvir falar, falta-me assunto. Ando séria para caraças, o que também não é nada normal em mim. Precisava das férias que não tive este ano. Não tive tempo para sequer relaxar na praia, para apanhar banhos de sol e mar, para meditar, pensar na vida, ter momentos tranquilos só comigo própria, momentos esses que me fazem tanta falta como o ar que respiro. Pelo contrário, andei em hospitais, médicos, clínicas, com o coração nas mãos, cheia de ansiedade e cansaço acumulado. Digamos que embora não tendo sido horrivel, este não foi própriamente um dos melhores verões da minha vida.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Casa Pia

Passados sete longos anos, uma vergonha para a justiça de qualquer país minimamente desenvolvido, mas normal em Portugal, sabe-se a sentença do processo casa pia. Não faço ideia se os culpados foram ou não justamente condenados, se as penas foram justas, se havia mais gente que deveria ser presa, se a verdade foi ou não apurada. Sei que me faz confusão ter demorado tantos anos, haver tanta confusão em redor disto, custa-me que nem saibamos as reais provas que condenaram os réus, custa-me este burburinho prolongado nos anos, que mais uma vez envergonha o país, a justiça e nos faz cada vez mais desacreditar na mesma.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vestidinho

                                                                                       Fui aos saldos e ao vivo este malandro é muuiiiito mais giro!!