sábado, 18 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Frontalidade versus Sensibilidade
Acho que já falei aqui disto, mas nunca me canso de dizer que pura e simplesmente, detesto gente mal educada, e que dá a essa falta de educação o nome de frontalidade. Não há pessoa mais sincera e honesta do que eu, mas felizmente tenho muita sensibilidade e bom senso, o suficiente para não andar a magoar as pessoas, a dizer-lhes coisas que não lhes são úteis, que só as vão aborrecer e, quem sabe, ficarem com péssima ideia de mim.
De que me serve chegar à nova casa de alguém, que com gosto e satisfação me mostra a decoração, que por sinal, eu acho medonha e dizer-lhe isso mesmo, assim, escarrapachado, olha, a tua casa é horrivel, parece um filme de terror. Isto serve para quê? A pessoa vai redecorar a casa a meu gosto? Não. Vai ficar feliz? Não. Vai achar-me uma simpatia? Nunca. Então, para quê meter-me na decoração da casa de alguém? Quando muito, sorrio e digo que, estando a seu gosto é o que importa, é o que a faz feliz e é isso o que realmente interessa.
Noutro dia ouvi uma coisa, que me deixou chocada, juro. Uma pessoa que conheço e que por motivos de saúde não pode trabalhar, chega ao pé duma suposta amiga e pergunta-lhe como passou e a outra responde-lhe assim, e passo a citar : "Estou óptima, posso trabalhar, infelicidade é não termos saúde para trabalhar!" tudo seguido dum enorme sorriso.
Oi??!! Eu sinceramente, fiquei a pensar se a pessoa que tem tanta saúde para trabalhar será boa da cabeça. Isto é o quê? frontalidade?, amizade?, estupidez pura?, burrice crónica?
Como a outra, que tendo 4 filhos e sabendo que a amiga não os pode ter, passa horas a gabar-se da sua facilidade em engravidar, da sua facilidade em parir, da sua felicidade em ser mãe, do azar da amiga, que não os pode ter, até nos doer a cabeça de tanto a ouvir. Mas que raio de amiga é esta??!
Sejamos francos, se todos disséssemos tudo o que nos vem à cabeça, a toda a hora, este mundo estava mais perdido do que já está. O que mais aprecio nas pessoas, além da sua inteligência, do seu sentido de humor, integridade e sinceridade, é a sua sensibilidade, o seu bom senso. É que bem aplicados, fazem milagres por uma pessoa. Tratar cada um com respeito, com amor, respeitando as suas diferenças, as suas particularidades é sinal de inteligência, de humanismo, de ser humano.
De que me serve chegar à nova casa de alguém, que com gosto e satisfação me mostra a decoração, que por sinal, eu acho medonha e dizer-lhe isso mesmo, assim, escarrapachado, olha, a tua casa é horrivel, parece um filme de terror. Isto serve para quê? A pessoa vai redecorar a casa a meu gosto? Não. Vai ficar feliz? Não. Vai achar-me uma simpatia? Nunca. Então, para quê meter-me na decoração da casa de alguém? Quando muito, sorrio e digo que, estando a seu gosto é o que importa, é o que a faz feliz e é isso o que realmente interessa.
Noutro dia ouvi uma coisa, que me deixou chocada, juro. Uma pessoa que conheço e que por motivos de saúde não pode trabalhar, chega ao pé duma suposta amiga e pergunta-lhe como passou e a outra responde-lhe assim, e passo a citar : "Estou óptima, posso trabalhar, infelicidade é não termos saúde para trabalhar!" tudo seguido dum enorme sorriso.
Oi??!! Eu sinceramente, fiquei a pensar se a pessoa que tem tanta saúde para trabalhar será boa da cabeça. Isto é o quê? frontalidade?, amizade?, estupidez pura?, burrice crónica?
Como a outra, que tendo 4 filhos e sabendo que a amiga não os pode ter, passa horas a gabar-se da sua facilidade em engravidar, da sua facilidade em parir, da sua felicidade em ser mãe, do azar da amiga, que não os pode ter, até nos doer a cabeça de tanto a ouvir. Mas que raio de amiga é esta??!
Sejamos francos, se todos disséssemos tudo o que nos vem à cabeça, a toda a hora, este mundo estava mais perdido do que já está. O que mais aprecio nas pessoas, além da sua inteligência, do seu sentido de humor, integridade e sinceridade, é a sua sensibilidade, o seu bom senso. É que bem aplicados, fazem milagres por uma pessoa. Tratar cada um com respeito, com amor, respeitando as suas diferenças, as suas particularidades é sinal de inteligência, de humanismo, de ser humano.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Coisas do amor
Se alguma vez me tivessem dito que eu ia ter uma relação sólida, boa, durante 3 anos, eu jogava-me ao chão a rir. E se me dissessem tudo isso e ainda acrescentassem que seria uma relação em que estaríamos muito tempo geograficamente separados, eu riria durante uma semana e juraria que nunca iria acontecer. Mas aconteceu! Houve algures no tempo e no espaço, um momento mágico em que eu o descobri e ele me descobriu a mim. E apaixonámo-nos. E decidimos, porque queremos muito, que a nossa relação desse certo. O dar certo resume-se a algo muito simples, é sermos felizes juntos, quando estamos juntos ou separados fisicamente. É sermos felizes, mesmo com todas as contrariedades da vida, é valer a pena, mesmo quando estamos doentes ou não temos dinheiro. É sabermos que podemos contar um com o outro, passe o que se passar. E isso é algo que eu nunca tinha tido numa relação, eu vivia com medo, de que se algo corresse mal, o amor acabasse e normalmente era isso que acontecia, de uma ou ambas as partes, e habituei-me a viver nesse limbo, que não me fazia feliz. E de repente há alguém em quem eu confio, mas confio plenamente. E que me faz rir. E que não me deixa, só porque acordei com gripe. E me ajuda, me anima, me conforta, me faz revirar os olhos de prazer, me faz querer estar mais e mais e mais na presença dele. E fazemos planos, coisa que eu não sabia fazer com ninguém. E cozinha para mim, e diz que gosta dos meus bolos e do meu cabelo, do meu cheiro, e de mim, mesmo gordinha.E comprou uma casa para estarmos juntos e confia em mim e ouve-me com atenção. E atura-me com a TPM e com mau feítio, às vezes. Tal como eu faço com ele. E vai comigo aos médicos, aos restaurantes, às finanças, ao cinema e às compras. E eu nem me importo que ele encha a casa de fios e passe dias a olhar para um écran, a fazer coisas que eu não percebo nada. E, passados 3 anos, estou cada vez mais apaixonada por ele. Espero que ele também esteja por mim!|
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Santo António
O meu fim de semana de Santo António foi óptimo. Não, não fui para para o estrangeiro, nem tão pouco comi sardinhas assadas, mas namorei, que já tinha umas saudadinhas que metia nojo. Meteu Peniche, S. Martinho do Porto, surf, gaivotas assustadoras, boa comida, boa bebida, sorrisos e gargalhadas. A dieta foi-se, mas ganhei em boa disposição.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
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