terça-feira, 11 de outubro de 2011
A sério...
... que já não suporto ir a cada blog e ler sobre a Moda Lx, e a Maria Gambina e mais a Zara e mais umas roupinhas e umas uns patrocínios, e mais o caracinhas! Puffffffffffffffffffffff
sábado, 8 de outubro de 2011
Aventura num hospital português
Felizmente, sempre que estive doente, pude recorrer a médicos e clínicas particulares, mas esta semana, já um bocadinho "passada", resolvi ir ao médico do centro de saúde, da pequena cidade onde moro. Ele, dada a imensa tosse que tinha (e ainda tenho), mesmo depois de devidamente medicada, mandou-me então ir ao hospital, fazer um raio-x e ser mais uma vez medicada. Quase que entrei em pânico, porque este hospital não é bem um hospital, é um prédio a caír de podre, a sala de espera não tem porta, e quando se entra lá, a pessoa pensa que entrou num mundo aparte. Mas, corajosa lá enfrentei a coisa. Em 5 minutos fiz a triagem, numa salinha mínima, ventosa, pois a janela está partida, e lá me puseram a pulseira de "muito urgente". Puseram-me a pulseira de caso urgente, porque o enfermeiro não se lembrou (ou não sabia) que, com verniz nas unhas, aquela maquineta que nos enfiam no dedo não dá o valor real do oxigénio que temos no corpo, portanto, ele amparou-me por um corredor estreito, cheio de gente, que, uns com pés torcidos, outros com cortes, outros com quedas, outros com outros problemas, estavam por ali, não fosse eu cair redonda (coisa que só me dava vontade de rir). E depois foi até à meia noite (passei lá umas 6 horas). Mas o que ressalvo e a causa porque escrevo isto, é porque, acho sinceramente, que a saúde é o maior problema em Portugal, e só quem vai a um hospital assim, consegue ver isso. Estive todo o tempo numa maca, no meio dum corredor ventoso, mas não era só eu que lá estava, quem estava a tratar de mim, também. As condições em que os médicos e enfermeiros trabalham, são absolutamente abomináveis. Fui tratada com o maior dos cuidados e simpatia, com o maior profissionalismo que se pode ter, em condições tão adversas. As enfermeiras foram espantosas, carinhosas, prestáveis, a médica também, as pessoas do raio X também, enfim, quando saí, pensei que costumamos dizer tanto mal dos hospitais, e temos realmente motivos para isso, porque pagamos impostos acima da média e o serviço é péssimo, mas trabalhar ali, com um sorriso nos lábios, tentar que aquilo funcione, passar noites com frio, não ter macas, não ter aparelhos, não ter meios para nada e ainda tentar salvar vidas, também é uma tarefa do caraças.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Tudo de molho
Eu já andava assim há tempo, com uma tosse cavernosa, até faltava o ar, o nariz pingava, a cara doía, a medicação nada fazia, então ontem enfiei-me no hospital e só saí de lá com mais uma dose de antibiótico para uma data de dias. Ontem a mãe, começou na mesma, hoje lá terá que ser ela a ir ao médico. Mas que chatice, anda tudo nisto agora? Já me disseram que é um vírus que ataca a todos, mas eu desconfio sempre destas notícias bombásticas. Mas seja o que for, não era preciso deixarem-nos assim, não é? É que isto assim é um pessegada das grandes, oh sr que manda nisto...
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Será a crise?
Mas isto agora é só Mango, H&M, Zara, e afins? É em blogues, é em toda a blogosfera, é geral. Onde anda a originalidade? Onde anda o bom gosto? No meu tempo eram os Porfirios, só que, felizmente, não havia internet, nem blogues, nem essas coisas. Meninas, vocês inovem, deixem lá as "fardas" e partam à aventura!
Decisões
Às vezes, na vida, andamos a adiar decisões importantes, só porque sim. Ou então arranjamos desculpas, umas com, outras sem fundamento, para adiar as decisões, e tentamos com isto convencer-nos a nós próprios que estamos certos. E o tempo passa, e a vida corre e desperdiçamos as coisas mais importantes, sem necessidade nenhuma. E é por isto e é por aquilo. Mas o coração, esse gajo irritante, fala sempre mais alto. E quando ao coração se alia a razão, nada a fazer, é segui-los. Mesmo apesar das desculpas com fundamento e mesmo que arranjemos outras sem fundamento. O amor é como a vida e como a morte, inevitável. E quando o amor aparece na segunda metade da vida, aquele amor pelo qual esperámos todos os dias, e com o qual já não contávamos, não há argumentos que nos demovam. Serenamente, sem juras, nem gritaria, há que seguir o coração. Há que pegar nas malas e partir. Há que nos despedirmos de certas coisas e dar as boas vindas a outras, mesmo que muito diferentes. Há que partir, a sorrir. Porque enquanto vivermos, a vida acontece todos os dias.
Perguntas
Perguntas de hoje:
-porquê?
-será?
-não chegava?
-mas porquê?
-será, realmente?
-conseguirei?
Perceberam tanto como eu, por isso faço estas perguntas. 'Tá?
-porquê?
-será?
-não chegava?
-mas porquê?
-será, realmente?
-conseguirei?
Perceberam tanto como eu, por isso faço estas perguntas. 'Tá?
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