Inicia-se hoje uma rubricazinha aqui no blog. Até pode ser transformada em concurso, se a coisa pegar. E o prémio, meu Deus, irá ser bom! Portanto todas as sextas feiras, vamos dar ideias de como pôr o sr primeiro ministro a andar, do Governo, do país, quem sabe se do planeta. Uauau, não é? Pois. Mas não pode ser com um simples tiro, atentado, queda de avião, nada disso. Vamos ser criativos boa? Fazê-lo sofrer quase tanto como ele nos faz a nós, sei que é quase impossível, mas vamos daí tentar, 'tá?
A primeira ideia veio ontem do meu homem, é um bocado rebuscada, foi apenas testada em moscas, mas diz que é giro. Espeta-se a pessoa, neste caso o sr. primeiro (vénia) num cacto, neste caso dos grandes e com os picos gigantes, fica ali todo aberto, de olhos esbugalhados, ao sol. Depois com uma lupa gigante, faz-se o ponto de convergência entre a lupa e o sol, e oh, é vê-lo a esturricar, lentamente, cheirinho a queimado, o sol está quente, ainda vamos ter TGV, ainda? pense bem sr. primeiro.
E pronto, depois é deixá-lo estar ali uma semana.
Conto imenso com as vossas sugestões, está certinho? Vamos dar um fim condigno ao nosso Primeiro.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
E porque não?
Uma pessoa queixa-se da vida, dos amores, da falta de dinheiro, que isto e mais aquilo, que assim e assado, e que tal dar uma volta à coisa e parar com as lamúrias? Por muito que custe, às vezes as coisas acabam, mudam, desnorteiam e temos que encontrar de novo o rumo certo, o ritmo, a sensação de harmonia. 'Bora nessa? 'Bora!
Os blogs
Há coisas que acho desnecessárias, outras que não percebo em absoluto. E uma delas é o facto das pessoas colocarem comentários desagradáveis e de profundo mau gosto no blog das outras. Ora, vamos por partes. A blogosfera tem milhões de blogs, de todas as formas e feitios, para todos os gostos, sobre todos os assuntos que possamos imaginar. Ora, se uma pessoa calha a ir a um blog assim por acasinho e trunglas, não gosta dele, por que raio volta lá? E porque raio volta lá para dizer que não gostou? E pior, porque raio volta lá, diz que não gostou e ainda insulta a pessoa que escreve? Parece-me de loucos. Não no meu, que o meu é quase um blog só para íntimos, mas a outros blogs onde vou, aparece cada comentário mais desnorteado, mais deselegante, que até a mim, que sou uma forasteira, me causa algum mal estar.
Óbviamente, podemos não gostar do que lemos, porque o assunto não nos interessa, ou porque discordamos do que foi dito, mas pessoas, existem comentários positivos, onde podemos, de forma educada, dizer que não senhor, aquilo não nos soa bem, agora chegar lá e puta práqui e pirosona práli, deixem-me que vos diga que é mau, muito muito muito mau! Não para o dono do blog, que esse certamente e partindo do princípio que é uma pessoa decente, se está marimbando, mas para quem escreve semelhante coisa. Porque revela coisas graves, como mesquinhez, falta de educação , antipatia, e falta do que fazer, isto só para falar em algumas dessas coisas.
Claro está que essas pessoas normalmente são “anónimas”, não se sabe quem são, o que me deixa dúvidas…então uma pessoa perde o seu tempo, vai ao blog de outra, não gosta, chama-lhe inculta e filha da mãe, e…mas…então…volta lá outra vez, e outra e outra, só para lhe chamar nomes feios e dizer que aquilo não presta?!?! E passa a ir lá todos os dias, para quê?!?!
Se não gosta, buacccccc, nem mais uma visitinha, não seria mais lógico ser assim, meus amigos?
Mas não, há gente muito esquisita mesmo, tenho para mim que é gente sem princípios nem educação, cheia de inveja do sucesso ou dos pensamentos alheios, pois só assim se compreende tamanha alarvidade.
Mas como nem tudo é mau, também há o reverso da medalha, felizmente. E sorrisos , brincadeiras e desejos de sucesso. Como em tudo, também nos blogs a vida se cumpre.
Óbviamente, podemos não gostar do que lemos, porque o assunto não nos interessa, ou porque discordamos do que foi dito, mas pessoas, existem comentários positivos, onde podemos, de forma educada, dizer que não senhor, aquilo não nos soa bem, agora chegar lá e puta práqui e pirosona práli, deixem-me que vos diga que é mau, muito muito muito mau! Não para o dono do blog, que esse certamente e partindo do princípio que é uma pessoa decente, se está marimbando, mas para quem escreve semelhante coisa. Porque revela coisas graves, como mesquinhez, falta de educação , antipatia, e falta do que fazer, isto só para falar em algumas dessas coisas.
Claro está que essas pessoas normalmente são “anónimas”, não se sabe quem são, o que me deixa dúvidas…então uma pessoa perde o seu tempo, vai ao blog de outra, não gosta, chama-lhe inculta e filha da mãe, e…mas…então…volta lá outra vez, e outra e outra, só para lhe chamar nomes feios e dizer que aquilo não presta?!?! E passa a ir lá todos os dias, para quê?!?!
Se não gosta, buacccccc, nem mais uma visitinha, não seria mais lógico ser assim, meus amigos?
Mas não, há gente muito esquisita mesmo, tenho para mim que é gente sem princípios nem educação, cheia de inveja do sucesso ou dos pensamentos alheios, pois só assim se compreende tamanha alarvidade.
Mas como nem tudo é mau, também há o reverso da medalha, felizmente. E sorrisos , brincadeiras e desejos de sucesso. Como em tudo, também nos blogs a vida se cumpre.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Eu e a E.
Há dias encontrei uma amiga através do Facebook. Re-encontrei. Uma amiga que nunca perdi. Que sempre tive. Que tenho.
Conhecemo-nos na faculdade, tínhamos 20 anos, e estávamos pela primeira vez a viver em Lisboa. Tornámo-nos logo muito amigas. Ela é uma pessoa muito doce, um amor de miuda. Simples e sincera. Éramos como irmãs, sem segredos uma para a outra, apoiávamo-nos, divertíamo-nos muito. Quando o meu pai morreu, ela foi a única amiga que chorou comigo e me abraçou, duma forma que senti a tristeza toda no seu abraço e tive que me armar em forte para não nos desmoronarmos todas ali em frente ao resto do pessoal.
Depois a vida seguiu o seu rumo, saí de Lisboa, ela ficou por lá. Não nos encontramos há 15 anos. De vez em quando uma lembra-se mais da outra e liga, falamos um pouco, contamos os amores e os desamores, as doenças, as dietas, as novidades. Agora já não falamos há uns 2 anos. Mas penso muito nela.
Então procurei-a no facebook. E lá estava ela, numa foto desfocada, linda como sempre. Enviei-lhe uma mensagem, ela respondeu-me. Como se não soubessemos uma da outra há coisa de uma semana.
Há amizades assim, que nem precisam de contactos, de encontros, de telefonemas, amizades que existem , alimentam-se da própria amizade, que sempre existirá. Tenho a certeza que se encontrasse hoje a E. seria como se nos tivessemos despedido ontem, como se não tivessem passado 15 anos e não estivessemos umas cotas. Seria como se me tivesse despedido dela no 28 e lhe tivesse dito a sorrir, até amanhã.
Beijinhos,
Margô.
Conhecemo-nos na faculdade, tínhamos 20 anos, e estávamos pela primeira vez a viver em Lisboa. Tornámo-nos logo muito amigas. Ela é uma pessoa muito doce, um amor de miuda. Simples e sincera. Éramos como irmãs, sem segredos uma para a outra, apoiávamo-nos, divertíamo-nos muito. Quando o meu pai morreu, ela foi a única amiga que chorou comigo e me abraçou, duma forma que senti a tristeza toda no seu abraço e tive que me armar em forte para não nos desmoronarmos todas ali em frente ao resto do pessoal.
Depois a vida seguiu o seu rumo, saí de Lisboa, ela ficou por lá. Não nos encontramos há 15 anos. De vez em quando uma lembra-se mais da outra e liga, falamos um pouco, contamos os amores e os desamores, as doenças, as dietas, as novidades. Agora já não falamos há uns 2 anos. Mas penso muito nela.
Então procurei-a no facebook. E lá estava ela, numa foto desfocada, linda como sempre. Enviei-lhe uma mensagem, ela respondeu-me. Como se não soubessemos uma da outra há coisa de uma semana.
Há amizades assim, que nem precisam de contactos, de encontros, de telefonemas, amizades que existem , alimentam-se da própria amizade, que sempre existirá. Tenho a certeza que se encontrasse hoje a E. seria como se nos tivessemos despedido ontem, como se não tivessem passado 15 anos e não estivessemos umas cotas. Seria como se me tivesse despedido dela no 28 e lhe tivesse dito a sorrir, até amanhã.
Beijinhos,
Margô.
domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril
36 anos depois continuamos com comemorações sem jeito, discursos indirectos, homenagens bacocas, entrevistas ridículas e programas parolos e pobrezinhos. Temos o mesmo espírito que tínhamos, nada evoluiu. Continuamos pequeninos, pobrezinhos e acomodados. E cada vez mais perdidos.
Onde está o frigorífico?
Esta delíciosa história passou-se há uns 2 anos, mas como de cada vez que falo nela a gargalhada é geral, decidi partilhá-la convosco. Pois bem, nessa altura precisei de comprar um frigorífico novo. Vieram entregá-lo e o antigo foi posto lá fora, no pátio, perto do elevador, para o virem buscar para a reciclagem, ou algo do género.
Passado aí uns dois dias estava um papelinho no elevador, onde o administrador do condomínio alertava para termos cuidado, não pormos objectos nas entradas, pois à vizinha do 2º esquerdo tinham roubado um frigorífico usado que tinha à porta. O meu comentário e da minha mãe, foi “olha que treta, tinham levado o nosso, afinal já nem faz falta!”
Como o frigorífico continuava à porta, telefonámos para o senhor da loja, que nos disse, algo confuso, que já o tinham vindo buscar e já estava na loja dele. Vimos logo o que se tinha passado, os rapazes que tinham vindo buscar o frigo subiram até ao 2º andar, viram um frigorífico e levaram-no. O nosso estava um andar mais acima, no 3º esquerdo! Foi a risota!!
Lá vieram os desgraçados então trazer o frigorífico para o 2º andar, e subir ao 3º para levar o meu. Lá esclarecemos a situação e falámos com o administrador e com a vizinha. Ela não achou lá muita piada, eu achei delirante.
Passado aí uns dois dias estava um papelinho no elevador, onde o administrador do condomínio alertava para termos cuidado, não pormos objectos nas entradas, pois à vizinha do 2º esquerdo tinham roubado um frigorífico usado que tinha à porta. O meu comentário e da minha mãe, foi “olha que treta, tinham levado o nosso, afinal já nem faz falta!”
Como o frigorífico continuava à porta, telefonámos para o senhor da loja, que nos disse, algo confuso, que já o tinham vindo buscar e já estava na loja dele. Vimos logo o que se tinha passado, os rapazes que tinham vindo buscar o frigo subiram até ao 2º andar, viram um frigorífico e levaram-no. O nosso estava um andar mais acima, no 3º esquerdo! Foi a risota!!
Lá vieram os desgraçados então trazer o frigorífico para o 2º andar, e subir ao 3º para levar o meu. Lá esclarecemos a situação e falámos com o administrador e com a vizinha. Ela não achou lá muita piada, eu achei delirante.
sábado, 24 de abril de 2010
Nas minhas deambulações pelo cyber mundo, apercebi-me que é um facto que nunca estamos satisfeitos com o que temos. Por exemplo, nós passamos a vida a queixar-nos do tempo, da chuva, do frio, do cinzento que tanto nos aborrece e ansiamos pelo calor, pormos as botifarras de lado e calçarmos a bela da sandalocha aberta, vestirmos calções, andarmos de pernocas e bracinhos ao léu, queremos sol, praia, arrumarmos as bases, os correctivos pesados, o blush, e ganharmos naturalmente o tom dourado que tem o aspecto de saúdinha. Já as nossas "irmãs" brasucas, que têm sol e calor o ano quase todo, anseiam pelo frio, para poderem usar botas e roupa mais quente. "Passam-se" com o calor e querem é andar de base e máscara de pestanas o dia todo, aborrecem-se porque o calor não as deixa andar muito maquilhadas, faz com o que cabelo fique ouriçado, impede o uso de perfumes fortes, e não lhes permite fazer as coisas que nós aqui na Europa fazemos ( às vezes contrariadas, mas fazemos, que remédio). E deve ser assim pelo mundo fora, uns querem os que os outros têm e outros têm o que os outros querem, c'est lá vie.
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