Ultimamente muita gente me pergunta se estou grávida, devido à minha proeminente barriguita, que um dia vai ao ar, oh se vai! Eu respondo com um sorriso e digo que não, mas não faz mal, ora, não se incomode, não peça desculpa, não fique triste por ter perguntado, não vai agora chorar por ter feito uma perguntazinha sem importância. Mas isso sou eu. A boazinha, a compreensiva, a que não leva a mal, a que mesmo que fique magoada, disfarça e sorri. Tenho uma amiga que ralha muito comigo, diz que se fosse com ela se passava, que as pessoas fazem por mal, porque se me vêem tantas vezes (isto é uma cidade pequena), eu não ia engravidar ainda por cima todos os meses a ponto que se notasse logo. E no fundo, tem razão.
Diz ela que as pessoas são muito insensíveis e más. E eu concordo. Porque raio fazem perguntas para as quais sabem perfeitamente a resposta?
Há quase 20 anos, quando me casei, andava pelas Amoreiras com uma amiga à procura dum vestido de noiva assim que não fosse vestido de noiva, pois não era capaz de me casar vestida de noiva, nunca gostei, acho piroso. Nessa altura tinha eu um corpo que deixava a Kate Moss a chorar de vergonha, tinha um corpo perfeito, sem um grama a mais, com uma barriga perfeita, um rabo do além e umas pernas maravilhosas, e é com vaidade e sem ponta de superioridade que o digo. Então encontrámos uma amiga, que me perguntou o que andávamos a fazer e eu respondi entusiasmada, "olha, ando a comprar o vestido para me casar para a semana!" Ao que ela respondeu logo " vais-te casar?, oh já reparei na barriguinha, estás grávida??"
Não será por mal, pois não será, nem será por insensibilidade, pois não. É apenas porque o ser humano é o animal mais cruél do Universo.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Babyliss
Tenho o cabelo lisinho lisinho, sem volume e é daqueles que infelizmente se pega à cabeça, gostava portanto de lhe fazer uns jeitos, uns caracóis, uma ondas com volume quando muito bem me apetecesse. Vai daí comprei um babyliss, para quando tiver paciência me dedicar à arte de conseguir parecer um Marquês de Pombal versão moderna, século 21. Já me disseram que não resulta, em casa não temos pachorra e que dá trabalho e blá bla blá, provavelmente têm razão, mas resolvi arriscar. Depois conto!
terça-feira, 29 de junho de 2010
O costume
Eu vaticinei e acertei. Viemos para casa, bye bye Mundial e muitos beijinhos para o Eduardo, esse grande querido, que foi realmente o melhor de todos. Poupou-nos a uma goleada.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Espanhóis
Como tive mais que fazer na sexta feira, nem pensei que tipo de tratamento dar ao nosso Sócrates, mas resolvo já isso, era enfiar-lhe pelo cu acima todos os chips que ele nos queria obrigar a encomendar e está a assunto resolvido.
Mudando de assunto, no futebol lá nos calhou a porra da Espanha. Eu gosto de Espanha e espanhóis, penso até que viveríamos bem melhor se este quadradinho fizesse parte de Espanha, mas na bola eles são sempre sacanas e levam a melhor, portanto, estamos a modos que lixados. Ou não, a ver vamos.
E lembrei-me agora dum episódio engraçado passado em Espanha. Devíamos ter uns 16, 17 anos, fomos um grupo de amigos da praia, a Ayamonte. Um deles, não me lembro o nome, decidiu que íamos à farmácia, porque precisava duma pomada para o hemorroidal, o Faktu. Chegados lá, começou a pedir um "rel" para las hemorroidas...o farmacêutico nada de perceber, ele insistia, "és um rel para el rabo"...claro que nós, mortinhos de riso, por trás fazíamos uma festa, mas ele lá tentava manter a seriedade. Às tantas já todos dizíamos "um rel, um rel!" e o homem "pero que no vos entiendo, que és rel"? confuso. Até que lhe disse "habla portugues, a lo mejor te entiendo" e ele lá disse, já irritadíssimo "um gel para as hemorroidas" (porra que o raio do espanhol não entende nada!) e o espanhol..."GEL...ahhhh GELLLLLL, por supuesto, GEL !!"
Todos supirámos de alívio e andamos há quase 20 anos a contar esta história! :)
Mudando de assunto, no futebol lá nos calhou a porra da Espanha. Eu gosto de Espanha e espanhóis, penso até que viveríamos bem melhor se este quadradinho fizesse parte de Espanha, mas na bola eles são sempre sacanas e levam a melhor, portanto, estamos a modos que lixados. Ou não, a ver vamos.
E lembrei-me agora dum episódio engraçado passado em Espanha. Devíamos ter uns 16, 17 anos, fomos um grupo de amigos da praia, a Ayamonte. Um deles, não me lembro o nome, decidiu que íamos à farmácia, porque precisava duma pomada para o hemorroidal, o Faktu. Chegados lá, começou a pedir um "rel" para las hemorroidas...o farmacêutico nada de perceber, ele insistia, "és um rel para el rabo"...claro que nós, mortinhos de riso, por trás fazíamos uma festa, mas ele lá tentava manter a seriedade. Às tantas já todos dizíamos "um rel, um rel!" e o homem "pero que no vos entiendo, que és rel"? confuso. Até que lhe disse "habla portugues, a lo mejor te entiendo" e ele lá disse, já irritadíssimo "um gel para as hemorroidas" (porra que o raio do espanhol não entende nada!) e o espanhol..."GEL...ahhhh GELLLLLL, por supuesto, GEL !!"
Todos supirámos de alívio e andamos há quase 20 anos a contar esta história! :)
domingo, 27 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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