domingo, 16 de maio de 2010

Muito interessante a Grande Reportagem de hoje na Sic, sobre problemas psiquiátricos. A mente é realmente um mistério.
O meu homem raramente bebe, às vezes lá bebe um copito de vinho, um martini, um Porto, coisinha pouca. Mas adora, ADORA vinho do alentejo. Ora, uma noite destas, nas vacances, claro está, jantou-se bem e ele bebeu um jarrinho de vinho da casa, que era bom para caraças, sei eu, porque molhei os lábios.
Ao deitar, estava ele já a dormitar na cama, fui tomar uma banhoca, para ficar cheirosa e lavadinha. E até me sentia sexy e pronta para uma noite aventureira.
Quando voltei, lá abriu um olho a custo e perguntou-me o que é que eu tinha estado a fazer. Respondi que tinha estado a tomar duche, se ele não sentia o cheirinho, a frescura da minha pessoa e se não tinha ouvido a água a correr…
Resposta dele : “ouvi, mas com a sonolência, imaginei que fosse vinho, litros e litros daquele abençoado néctar que bebi ao jantar”…e fechando os olhos, sorriu, com ar apatetado.
Dormiu-se muito naquela noite. Dormiu-se tudo o que havia a dormir, dormiu-se como se não houvesse amanhã! Onde raio é que se assinam os papéis para o divorcio, onde é que é?

sábado, 15 de maio de 2010



A menina voltou. Mais descansada, é certo. Mais relaxada, esperemos. O tempo não ajudou muito, nada de piscina, nada de redes de descanso, nada de mosquitos à nossa volta. Muita natureza. E comida da boa. A menina queria era ter estado de papo para ao ar, a apanhar banhos de sol, mas tem que ficar para a próxima. Por isto, não houve, na sexta feira, destino de sonho a nosso querido Sócratezinho. Mas ainda esta semana retomamos a coisa. Ah pois!

domingo, 9 de maio de 2010



Campeões!!!!!!!!!! Benficaaaaaaaaaaaaaaaaaa Benfica!!!!!!!!!!!! E é uma vitória completamente merecida, fomos sempre os melhores!! Benficaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Campeõessssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss!!!

Férias

Ele: Temos férias em Maio, vamos apanhar muito bom tempo. Temos que marcar um hotel maravilhoso, para passarmos uns merecidos dias, com muita piscina e banhos de sol.
Eu: Sim, merecemos, mas Maio é um mês irregular, se apanhamos mau tempo, como vai ser? Lá se vai a piscina e o sol, não era melhor esperar mais um pouco e marcar mais à hora?
Ele: Não, temos sempre sorte com o tempo, vai estar um caloraço, vai estar óptimo.
Eu: Sim, costumamos ter sorte, mas…pode chover, não será melhor...erm...
Ele: Não! Vai estar maravilhoso, vais ver, confia em mim!
Eu: Pronto, está bem, confio, vamos lá.
Vamos esta semana passar a tão merecidas férias, com este lindo tempo, completamente propício à piscina e aos banhos de sol. Ah pois é!

sábado, 8 de maio de 2010

O casamento

Hoje conto-vos uma coisa à qual, passados quase 20 anos, acho um piadão. Quando me lembro, parto-me a rir, de tão ridículo e aparvalhado que foi. Na altura não reparei, mas a idade e vivência, ajudam-nos nestas coisas. Penso que ninguém se vai aborrecer, nem ficar embaraçado, por isso falo-vos agora, do meu casamento. E foi assim:
Eu ia casar em Maio, não me lembro o dia, mas penso que era 23. Tinha tudo tratado já, ia ser um casamento com pouca gente, porque o meu pai tinha morrido poucos anos antes, mas ía ser na York House, apenas para familiares e 3 ou 4 amigos. Uma coisa cosy, mas gira. Ora, o meu namorado tratou de ter um acidente de carro muito grave, no dia 13. Brinco e digo que foi Nossa Senhora que assim quis. Estava eu a treinar penteados na cabeleireira, quando me telefonaram do hospital, a avisar. Lá vou eu, a minha mãe e uma amiga, em pânico, ver como estava o homem. E estava realmente muito partido. Depois de muitos dias de internamento e uma operação ao fémur pelo meio, lá veio para casa. Como na altura o dinheiro não abundava, e se não casassemos até 5 de Junho, os papeis caducavam e tínhamos que renovar tudo e voltar a gastar um dinheirão, decidimos casar no dia 5 de Junho.
Nesse dia e como já vivíamos juntos, ele acordou e disse-me " não me apetece levantar, doi-me tudo e vou ficar deitado". Caiu-me tudo! Às 10h30 da manhã estariam lá as senhoras do registo civil...A custo e depois de muitos pedidos e choradeira, lá se dignou levantar e vestir-se. Como ele ainda não tinha comprado fato para o casamento...levou um do meu pai. Por sorte até lhe ficava bem, tinham mais ou menos a mesma altura e peso, o pior era que ele estava cheio de cicatrizes num olho, na boca e andava de muletas. O primeiro ataque de riso, foi quando as senhoras do registo chegaram. Ao contrário da minha mãe, que chorava, por me estar a casar com um traste, pela ausência do meu pai e por ver a única filha metida naquela confusão toda, eu só me ria. Chorava a rir. As senhoras pediam atenção e calma, mas quais quê, eu desfazia-me a rir. De tal forma, que ele também começou a rir-se e elas ameaçaram não nos casarem. Lá acalmá-mos um pouco, até que, chegam os meus sogros. Como não convidámos ninguém, apenas lhes tínhamos telefonado na véspera a dizer que contávamos com eles, mas como não chegavam, decidimos casar, mesmo sem eles.
Tinham vindo da periferia de Lisboa...de autocarro! A minha sogra tinha caído e esfolado a perna toda e vinha toda coxa. Bom, aí, até as senhoras do registo civíl se riram, tal não era a confusão. A custo lá disseram o que tinham a dizer, dissemos o "sim" e foram-se embora, não sem antes dizerem que nunca tinham feito um casamento assim, com uma noiva perdida de riso, convidados a chegarem todos estropiados e tudo com a cabeça na lua.
Seguiu-se o almoço. Só na altura nos lembrámos do almoço! Não contávamos que tivessem aparecido umas primas, mais uma amiga, mais os sogros...toca de ir comprar...frangos assados! E já agora um bolo, pois casamento sem bolo, não é casamento. Lá nos sentámos a almoçar. Foi quando eu comecei a pensar, a rever tudo o que se tinha passado, a comermos frangos assados, um bolinho de ananás, a sogra coxa, o marido escavacado, com um fato do meu pai, era aquilo o meu casamento...Tive o maior ataque de riso da minha vida, juro. Mas era riso e choro também. Pelas coisas serem assim, pelo meu pai ter morrido, pela depressão da minha mãe, pela cena ridícula que estávamos todos a viver. Tive que beber água com açúcar para me acalmar, íam-me dando 3 coisinhas más. Para finalizar, almoçámos, os sogros foram para casa, as primas também, a mãe ficou a lavar a loiça e eu fui dormir uma sesta, enquanto o marido lia a "Bola". A lua de mel foi passada na fisioterapia. E digo-vos, já me aconteceu de tudo, coisas boas e más, umas dramáticas outras divertidas, mas nenhuma tão non sense, nem tão cómica e ridícula como esta.
A parte boa é que já ultrapassei. O casamento e o abençoado, esse sim, divórcio. E quero voltar a casar-me, desta vez, a sério, com tudo a que tenho direito. Boa?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Como pôr o Sócrates a andar #2

Ora bem, hoje está de chuva, regressou o fresquinho e isto não anda lá muito bom. Como tal o tratamento que vamos dar hoje ao nosso gentil e querido primeiro é assim uma coisa rápida e pouco elaborada, mas divertida. A ver! Como sou alentejana e adoro o alentejo, punha-se assim o senhor engenheiro ao ar livre. Numa bela pastagem alentejana. Com amores perfeitos no chão e tudo. Cheirinho bom e ar puro. Assim uma coisa vedada, aí com uns 400 metros. A ouvir os passarinhos. E com 4 ou 5 touros bravos. Claro que o nosso primeiro (reverência), ia vestido de vermelho, com umas peúguinhas cor de rosa, tão lindo! E era deixá-lo ali umas horas, vá, até o pôr do sol. Como é moda e ele é um senhor muito moderno, punham-se-lhe nos bolsos 3 ou 4 microfones ligados, para ouvirmos a rambóia. E como é todo dado às tecnologias, uma câmarazinha na cabeça, para vermos a festarola. E era só.